Uma noite para celebrar o que somos: Memorial de Sergipe comemora Dia da Sergipanidade e dois anos de sua reinauguração

Na última sexta-feira, 24 de outubro, o Memorial de Sergipe Professor Jouberto Uchôa abriu suas portas não apenas para receber o público, mas para celebrar o orgulho de ser sergipano. A data marcou dois momentos especiais: o Dia da Sergipanidade e o aniversário de dois anos da reinauguração do espaço, que desde a reinauguração vem se firmando como um dos grandes símbolos de preservação da nossa história e cultura.

O encontro aconteceu no Cine Teatro Rio Branco, auditório do Memorial, e reuniu artistas, pesquisadores, estudantes e amantes da cultura local em uma noite que uniu música, conhecimento e emoção. O pianista Zenóbio Alfano encantou o público com um recital repleto de sensibilidade, enquanto o professor e pesquisador Dênio Azevedo conduziu uma reflexão sobre o significado de ser sergipano, uma identidade construída entre a memória e o presente.

Cultura que pulsa, memória que se renova

Desde sua reinauguração, o Memorial tem vivido um novo tempo. O espaço ganhou nova museografia, acessibilidade aprimorada, exposições dinâmicas e ações educativas que aproximam o público de diferentes idades e formações. Mais do que um museu, tornou-se um ponto de encontro da sergipanidade, onde passado e futuro caminham lado a lado.

“O Memorial é um espaço vivo, que preserva a nossa memória, mas também dialoga com o presente. Celebrar a Sergipanidade é reafirmar nossa missão de valorizar as raízes culturais e aproximar a comunidade desse patrimônio que é de todos”, destacou Sayonara Viana, diretora do Memorial.

Dois anos de história, muitas histórias para contar

O processo de revitalização marcou um divisor de águas na trajetória do Memorial. Em dois anos, o espaço consolidou-se como referência cultural, acolhendo exposições temporárias, projetos educativos e uma programação que dá voz aos artistas, pesquisadores e à própria comunidade.

Cada visita, cada evento, cada história compartilhada dentro do Memorial reforça seu papel como guardião da memória e da identidade sergipana, mas também como sementeira de novas expressões culturais.

Sergipanidade em cada gesto

Mais do que uma comemoração, a noite foi uma declaração de amor a Sergipe. A cada nota do piano, a cada palavra dita, ecoava o orgulho de um povo que reconhece o valor de suas raízes e celebra sua cultura como um bem coletivo.

O evento, gratuito e aberto ao público, foi realizado pelo Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa, em parceria com o Banco do Nordeste (BNB) e o Ministério da Cultura, reafirmando que a sergipanidade é feita de união, pertencimento e memória viva.

*Esta matéria é patrocinada pela Lei de Incentivo à Cultura, Universidade Tiradentes e Banco do Nordeste, e realizada pelo Instituto de Tecnologia e Pesquisa (ITP), Ministério da Cultura e Governo Federal.