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Memorial de Sergipe celebra o Dia dos Povos Indígenas com contação de histórias

No dia 19 de abril, em comemoração ao Dia dos Povos Indígenas, o Memorial de Sergipe participou ativamente das celebrações no Colégio Estadual Jugurta Barreto de Lima. A equipe do Memorial se uniu aos estudantes e demais presentes em um evento marcado pela contação de histórias, uma experiência enriquecedora que transportou todos para o universo ancestral e sagrado das narrativas indígenas.

A iniciativa foi mais do que um simples evento cultural; foi um ato de reconhecimento e valorização da riqueza das tradições dos povos originários do Brasil. Ao mergulhar nas histórias transmitidas oralmente de geração em geração, os participantes puderam não apenas aprender sobre a cultura indígena, mas também refletir sobre a importância desses povos na formação da identidade nacional e na preservação do patrimônio cultural do país.

Promovendo a interculturalidade e a educação cidadã

A presença do Memorial de Sergipe nesse evento reforça o compromisso da instituição em promover a cultura e a história do estado. Além disso, ressalta o papel do Memorial como um agente ativo na construção de pontes entre diferentes culturas e na promoção do diálogo intercultural.

Ao levar um pedaço da rica e diversificada história dos povos indígenas para a escola, o Memorial de Sergipe não apenas enriquece o ambiente educacional, mas também contribui para a formação de cidadãos mais conscientes, empáticos e respeitosos com a diversidade cultural.

Esta iniciativa exemplifica o compromisso do Memorial em levar a história e a cultura para além de suas paredes, inspirando estudantes e comunidades a se conectarem com suas raízes e a valorizarem a herança cultural que nos define como brasileiros.

Memorial de Sergipe celebra o Dia da Aviação de Caça com evento

No próximo dia 19 de abril, às 16h, o Memorial de Sergipe será palco de um evento em homenagem ao Dia da Aviação de Caça. A data, celebrada em 22 de abril, remete a um marco histórico: em 1945, o Primeiro Grupo de Aviação de Caça realizou 44 missões de guerra na Itália, registrando um feito notável.

Durante o evento, destaca-se a assinatura do termo de comodato entre o Memorial de Sergipe e o sobrinho do Tenente Aurélio Vieira, José Alcides. Este acordo oficializará o comodato do busto do Tenente Aurélio, uma figura emblemática da Segunda Guerra Mundial, esculpido pelo artista sergipano Elias Santos.

A programação inclui uma série de apresentações e palestras, entre elas: abertura pelo GRUSEF, exibição de vídeo sobre a participação sergipana no 1° Grupo de Caça, lançamento de livro sobre um sergipano no mesmo grupo (Padre José Lima), representação da Força Aérea Brasileira pelo Comandante do DTCEA Capitão Lacerda, e participação do Grupamento Tático Aéreo de Sergipe, representado pelo Coronel Fernando Góes.

O evento será encerrado com a assinatura do termo de entrega do Busto e Diorama do Tenente Aurélio Vieira Sampaio, pelo GRUSEF José Alcides. Vale ressaltar que o evento é aberto ao público, proporcionando a todos a oportunidade de participar e aprender mais sobre esse importante capítulo da história sergipana.

Tenente Aurélio Vieira Sampaio

O Tenente Aurélio, aracajuano nascido em 1923, foi voluntário do 1° Grupo de Caça da recém-criada Força Aérea Brasileira. Aos 21 anos de idade, o soldado já estava em sua 16ª missão a bordo de um Republic P-47 Thunderbolt, caça-bombardeiro fabricado nos Estados Unidos. Sobrevoando o norte da Itália, sua missão era interromper as linhas de suprimentos do exército alemão. 

Após atacar um trem que abasteceria o exército alemão, ele foi abatido por uma artilharia antiaérea, vindo a cair em Rodano (cidade que fica próxima a Milão). A Força Aérea Brasileira colocou uma placa em homenagem ao Aurélio no monumento dedicado aos cidadãos de Rodano que morreram em defesa da liberdade e da democracia. 

No acervo do Memorial estão, além do busto, a certidão de óbito, o relatório da última missão, a réplica da jaqueta, maquetes criadas pelo artista Francisco Sousa Leão, livros e medalhas disponíveis.

Memorial de Sergipe divulga cronograma da 22ª Semana Nacional de Museus

No dia 17 de maio, das 10h às 12h, o Memorial de Sergipe Prof Jouberto Uchôa realizará um evento em comemoração à 22ª Semana Nacional de Museus. Com o tema “Museus, Educação e Pesquisa: Diálogos sobre as Coleções do Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa”, esta iniciativa tem como finalidade promover discussões significativas sobre a relação entre museus, educação e pesquisa, destacando o importante papel das instituições culturais na sociedade.

O evento contará com uma mesa redonda composta por renomados pesquisadores, incluindo Matheus Kaltner, Kadja Emanuelle e Magno de Jesus Pereira, que compartilharão suas experiências e insights sobre pesquisas realizadas a partir de acervos do Memorial, que posteriormente se tornarão exposições. 

O objetivo do evento é dar aos participantes a oportunidade de explorar as coleções do Memorial de Sergipe, mergulhar na cultura local e ampliar seus conhecimentos, por isso, nesta data o acesso ao memorial será gratuito.

Além disso, os participantes terão a chance de garantir um certificado de 02 horas de participação, fornecido pelo Memorial de Sergipe, enriquecendo ainda mais seu currículo acadêmico e profissional.

As inscrições para o evento estão abertas e podem ser realizadas através do número (79) 98108-1866 ou na recepção do Memorial no dia do evento.

Semana Nacional de Museus

A Semana Nacional de Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus – Ibram, destaca-se como um evento de grande relevância para a cultura do Brasil, congregando museus e instituições culturais de todo o território nacional em uma programação especial.

Com o tema “Museus, Educação e Pesquisa”, definido pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), a edição deste ano incita importantes reflexões sobre a interseção entre museus e esses pilares essenciais para a sociedade.

Entre os dias 13 e 19 de maio, a 22ª Semana Nacional de Museus abrirá suas portas para a participação de museus, instituições de memória, espaços culturais e centros culturais brasileiros.

Memorial de Sergipe: Um Espaço Aberto para Pesquisadores de Todo o Brasil

O Memorial de Sergipe é mais do que um local de visitação; é um espaço dinâmico e acolhedor para pesquisadores de todo o país. Abrindo suas portas para estudos e oferecendo acesso ao seu rico acervo, o Memorial busca fomentar pesquisas e ampliar o conhecimento sobre a cultura, arte e história sergipana.

Com um vasto conjunto de materiais e documentos históricos, o Memorial incentiva ativamente a prática da pesquisa, promovendo um diálogo contínuo entre acadêmicos, historiadores e estudiosos interessados na herança cultural do estado e nomes sergipanos

A Academia Brasileira de Letras e Arte do Cangaço nomeia novos membros e realiza doações ao Memorial de Sergipe

No próximo dia 11 de abril, o Memorial de Sergipe Prof Jouberto Uchôa será palco de um evento  promovido pela Academia Brasileira de Letras e Arte do Cangaço. O evento tem como objetivo nomear os novos membros da academia, que são José Lima Santana, Moisés Reis Amaral, José Milton Moura Borges e Guilherme da Costa Nascimento.

A cerimônia terá início às 19h e contará com a presença de importantes personalidades ligadas à cultura sergipana. Além da nomeação dos novos membros, o evento reserva uma surpresa especial: a doação de duas armas de fogo históricas para o acervo do Memorial de Sergipe. Essas armas, que carregam consigo parte da história e tradição do cangaço, serão peças fundamentais na preservação e na valorização da cultura sergipana.

A entrada para o evento da ABLAC, será gratuita. Todos os interessados em prestigiar a nomeação dos novos membros da academia são convidados a participar sem custos.

ABLAC: Fortalecendo a Cultura Cangaceira e Além

A ABLAC – Academia Brasileira de Letras e Artes do Cangaço emerge como uma instituição destinada a fortalecer não apenas os vínculos entre os entusiastas do cangaço, mas também a representatividade de diversos grupos artísticos e culturais em âmbito nacional. A entidade se destaca como uma voz unificadora para escritores, pesquisadores, estudiosos, poetas, músicos, artistas plásticos e das artes cênicas, todos dedicados aos temas do Cangaço, Messianismo, Misticismo, Sertões e suas ramificações.

Sua missão primordial é promover o estudo, a pesquisa e a disseminação desses temas centrais, proporcionando um estímulo vital para escritores, pesquisadores e artistas em seus respectivos campos. A ABLAC também se compromete a fomentar novos talentos, valorizar e preservar as diversas culturas regionais, especialmente as do Nordeste brasileiro, e a incentivar diversas manifestações literárias e artístico-culturais.

Através de uma série de atividades e iniciativas, a academia busca difundir e aprimorar esses temas, tanto em âmbito nacional quanto internacional. Entre suas muitas finalidades, destacam-se a organização de encontros, simpósios, palestras e debates sobre questões contemporâneas, além de estabelecer políticas para obtenção de recursos e estabelecer parcerias com entidades públicas e privadas ligadas à Cultura, Literatura e Artes.

Como parte de sua missão, a ABLAC também presta homenagem aos historiadores e remanescentes das guerras do Cangaço, reconhecendo seus legados e contribuições para a cultura brasileira.

Nesse contexto, um dos membros é Maria Amélia Uchôa, nomeada em 13 de março de 2020, como Acadêmica Benemérita, em reconhecimento a seu compromisso com os ideais da instituição.

Assim, a ABLAC surge como uma força unificadora, aglutinando pensamentos criativos e impulsionando a divulgação e a implementação dos temas centrais da Academia em nível nacional e internacional. Com sua atuação dinâmica e abrangente, a academia representa um marco significativo na promoção e preservação da cultura cangaceira e de suas vertentes artísticas.

Fotógrafo Guy Veloso revisita sua obra no Memorial de Sergipe

Nesta segunda-feira, 01 de abril, o Memorial de Sergipe teve a honra de receber a visita do fotógrafo Guy Veloso, que veio com um objetivo especial: revisitar a obra que generosamente doou ao acervo do memorial.

A fotografia, capturada por Veloso, retrata de forma marcante o artista Véio, imortalizando sua essência única e sua contribuição para a arte e a cultura de Sergipe. Ao revisitar sua obra, o fotógrafo teve a oportunidade de refletir sobre o momento em que a imagem foi capturada e sobre o impacto que ela continua a ter na apreciação do público.

Durante sua visita, Guy Veloso aproveitou a oportunidade para contribuir ainda mais com o Memorial de Sergipe, fazendo uma doação significativa para a nossa biblioteca. Ele gentilmente ofereceu o  exemplar de seu livro “Penitentes”, enriquecendo o acervo e proporcionando aos visitantes a chance de explorar mais profundamente sua obra e sua visão artística. 

Sua visita não apenas honra o legado de Véio, mas também ressalta a significância da colaboração entre artistas e instituições culturais na preservação e promoção da arte regional, além de ser um testemunho vivo do poder duradouro da imagem e da importância de espaços como o Memorial de Sergipe na preservação da memória cultural e artística.

Sua Trajetória

Guy Veloso, nascido em 1969 e residente em Belém, Pará, é fotógrafo, graduado em Direito, e iniciou sua carreira fotográfica em 1989 e desde então acumula diversas publicações e participações em mostras tanto nacionais quanto internacionais.

Em 2010, a convite dos curadores Agnaldo Farias e Moacir dos Anjos, teve a honra de participar da 29ª Bienal Internacional de São Paulo. No ano seguinte, assumiu o papel de curador-chefe de Fotografia Contemporânea Brasileira na XXIII Bienal Europalia Arts Festival, sediada em Bruxelas, Bélgica.

Sua arte transcende fronteiras, sendo reconhecida também nos Estados Unidos, onde teve uma mostra individual na 4ª Bienal das Américas, no Museo de las Americas, em Denver, Colorado, em 2017, com curadoria de Maruca Salazar. Seu trabalho integra renomados acervos como o Essex Collection of Art from Latin America (ESCALA), na Inglaterra, e a Coleção Nacional de Fotografia, no Centro Português de Fotografia, Porto, Portugal. Além disso, suas obras estão presentes em instituições brasileiras de prestígio, como o Museu de Arte de Belém (MABE), o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio), o Museu de Arte do Rio (MAR), e o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), entre outros.

Memorial de Sergipe altera horário de funcionamento

O Memorial de Sergipe informa ao público que, a partir de 24 de março , haverá mudança nos dias de abertura para visitação. Conforme a nova programação, o Memorial não estará mais aberto aos domingos, passando a receber visitantes somente de terça-feira a sábado.

Essa decisão visa otimizar os recursos e proporcionar uma melhor experiência para os visitantes, concentrando o funcionamento nos dias de maior demanda. Dessa forma, aqueles que desejam fazer a visita poderão fazê-lo de terça a sábado, das 10h às 16h.

Memorial de Sergipe realiza palestra sobre a Coleção de Postais de Rosa Faria: Memórias de Aracaju

Nesta sexta-feira, 22 de março, o Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa abre espaço para o público conhecer  e apreciar o trabalho da artista Rosa Faria. A partir das 10h, será realizada a palestra “Memória de Aracaju: e a coleção de postais de Rosa Faria”, ministrada pela Professora Verônica Nunnes.

A palestra abordará aspectos marcantes da história de Aracaju, proporcionando aos participantes uma visão enriquecedora sobre a evolução da cidade ao longo do tempo pela ótica da artista. O objetivo é oferecer uma perspectiva única da paisagem urbana, capturando momentos e lugares emblemáticos da cidade.

As vagas para o evento são limitadas, e as inscrições podem ser feitas através do WhatsApp pelo número 79 98108-1866.

banda do corpo de bombeiros

Memorial de Sergipe inaugura exposição do Corpo de Bombeiros em celebração ao aniversário de Aracaju

Neste domingo, 17 de março, Aracaju acordou envolta em uma atmosfera de comemoração, celebrando seus 169 anos de história e progresso. O Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa foi palco de um evento marcante que reuniu a comunidade para honrar a trajetória da cidade e homenagear aqueles que dedicam suas vidas ao serviço público.

A exposição temporária “Soldados da Vida: Uma longa história”, realizada em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE), foi um verdadeiro sucesso. Os visitantes tiveram a oportunidade de mergulhar na história fascinante dos bombeiros, explorando uma coleção única de artefatos e objetos históricos que remontam às origens da corporação, há mais de um século.

Desde capacetes até uniformes, medalhas e ferramentas utilizadas ao longo das décadas, cada item exposto conta uma parte importante da jornada do CBMSE, despertando admiração e respeito por aqueles que arriscam suas vidas para proteger a comunidade.

O curador da exposição, subtenente Luiz Delfino, expressou sua satisfação com o convite do Memorial e destacou a importância de preservar a história e os valores da corporação. “O Memorial nos deu uma grande oportunidade, a visibilidade da nossa história era muito pouca e essa instituição deu a gente um grande passo. Eu guardava os materiais mas não tinha onde apresentar, e agora com esse espaço eu estou muito feliz porque eu não esperava chegar tão longe”, declarou Delfino. 

O Capitão Leontino Gomes Ribeiro Filho, do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Sergipe, expressou sua gratidão e reconhecimento pelo esforço contínuo na criação da exposição. “O Corpo de Bombeiros tem muita história, mas nunca tinha sido exposta antes. Parabenizo todos que tiveram essa iniciativa, que para nós é um grande avanço, e vamos trabalhar para ampliar nosso arquivo”, ressaltou.

Além da exposição, os presentes foram agraciados com uma apresentação especial da banda do CBMSE, que encantou a todos com seu talento e repertório inspirador, dedicado à cidade de Aracaju.

O evento contou ainda com a palestra “Um Roteiro de Aracaju”, ministrada pelo Profº Dr. José Anderson Nascimento, o momento acrescentou um aspecto educativo e reflexivo ao evento, oferecendo insights valiosos sobre a história e a evolução da cidade ao longo dos anos.

Para o professor, o espaço é formidável e a cada momento o Memorial vai se consolidando com a história e a memória da cidade. “É importante que a Universidade Tiradentes, que o professor Uchôa, a professora Amélia, tenha desenvolvido um exemplar, uma das unidades da universidade desse tamanho, desse projeto que é o projeto do futuro. Então, eles estão de parabéns por isso”, afirmou.

Com a exposição, o Memorial de Sergipe reafirma seu compromisso em preservar a memória e a cultura locais, proporcionando momentos de aprendizado, reflexão e celebração para toda a comunidade.

Além do sucesso alcançado no dia de hoje, o Memorial de Sergipe tem o prazer de anunciar que a exposição temporária “Soldados da Vida: Uma longa história” estará disponível para visitação pelos próximos três meses. Isso significa que aqueles que não puderam comparecer hoje terão a oportunidade de explorar e apreciar a rica história do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe e sua contribuição para a cidade de Aracaju.

A imagem mostra um aluno do sexo masculino vendo quadros pendurados na parede

Memorial de Sergipe: Uma jornada educativa através da história

Para muitos estudantes, a visita ao Memorial de Sergipe é mais do que uma simples excursão – é uma oportunidade educativa única de mergulhar nas raízes culturais e históricas de seu próprio estado. Ao percorrer os corredores e salas repletos de artefatos e exposições, os alunos são incentivados a refletir sobre a história de Sergipe e a compreender como ela influenciou a formação da sociedade atual.

Na busca incessante por uma educação que transcenda os limites da sala de aula, o Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa emerge como um recurso valioso para escolas públicas e particulares do estado. Este espaço cultural oferece uma imersão profunda na história e na cultura local, proporcionando às crianças e adolescentes uma experiência educacional enriquecedora e transformadora.

Desde a sua inauguração, o Memorial de Sergipe tem desempenhado um papel fundamental na preservação e divulgação da identidade sergipana. Ao abrir suas portas para estudantes de todas as idades, o memorial se tornou um ponto de encontro entre o passado e o presente, conectando as gerações através do conhecimento e da reflexão.

Um aprendizado em cada sala

Cada sala do Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa é cuidadosamente projetada para contar uma história única, proporcionando aos visitantes uma experiência imersiva, educativa e envolvente.

Desde a sala dedicada aos povos indígenas que habitavam a região até os espaços dedicados à exposição de personalidades e pensadores sergipanos, o memorial oferece uma jornada através do tempo, permitindo que os estudantes se conectem com os eventos e personagens que moldaram a história de Sergipe.

A contribuição para o futuro da educação em Sergipe

O legado do Professor Jouberto Uchôa é vividamente evidente em cada canto do Memorial, onde sua visão educacional ganha vida. Como um educador dedicado e apaixonado pela história e cultura de Sergipe, o Professor Uchôa dedicou sua vida ao enriquecimento educacional da comunidade.

Ao fundar o Memorial, ele aspirava a proporcionar às futuras gerações um espaço onde pudessem mergulhar profundamente na riqueza do passado de Sergipe.

Cada sala do memorial é uma expressão tangível desse compromisso, projetada para oferecer aos visitantes uma experiência educativa que vai além das páginas dos livros didáticos, transmitindo a importância de compreender e valorizar as raízes culturais e históricas do estado.

O impacto de uma experiência educativa e duradoura no Memorial de Sergipe

Além de oferecer visitas guiadas e atividades educativas, o Memorial de Sergipe busca criar conexões eternas, o objetivo é que os pequenos visitantes lembrem-se sempre da importância de conhecer e preservar sua história e cultura. Através de experiências sensoriais e interativas, o espaço procura não apenas transmitir conhecimento, mas também despertar um senso de identidade e pertencimento nas crianças e adolescentes que o visitam.

Com o desejo de criar conexões eternas, o memorial visa deixar uma marca indelével na memória de seus visitantes, inspirando-os a valorizar e celebrar as riquezas culturais e históricas de Sergipe ao longo de suas vidas.

Assim, o contato com o Memorial vai além do enriquecimento acadêmico – ele também desempenha um papel fundamental na formação de cidadãos conscientes e engajados.

À medida que avançamos para o futuro, é crucial reconhecer o papel vital que o Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa desempenha na educação das futuras gerações. Investir na preservação e promoção do patrimônio cultural do estado não apenas enriquece a experiência educacional dos alunos, mas também fortalece o senso de pertencimento e identidade da comunidade como um todo.

Em um mundo cada vez mais conectado e globalizado, é fundamental preservar e valorizar o conhecimento como um patrimônio precioso. O Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa se destaca como um exemplo inspirador de como o contato com a história e a cultura local pode enriquecer a educação das crianças e adolescentes, capacitando-os a se tornarem cidadãos conscientes e comprometidos com o seu legado histórico. Ao investir no futuro do Memorial de Sergipe, investimos também no futuro de Sergipe e de suas próximas gerações.

Aracaju 169 anos: Memorial de Sergipe promove exposição sobre a história da cidade

A capital sergipana, Aracaju, completa 169 anos de história e para celebrar essa data marcante, o Memorial de Sergipe, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE), inaugura, neste domingo, 17, uma exposição que destaca os 104 anos da corporação com artigos históricos. Além disso, haverá uma apresentação da Banda de Música do CBMSE e a palestra sobre a história da cidade ministrada pelo Dr. José Anderson Nascimento, presidente da Academia Sergipana de Letras.

Para a gestora do Memorial de Sergipe, Sayonara Viana, ela compreende que um dos motivos de promover esse ato tem como objetivo de preservar a memória e a história de Aracaju, como também o importante o conhecimento dos processos de urbanização e o desenvolvimento da cidade.

Exposição “Soldados da Vida: uma longa história”

A exposição abordará os 104 anos da corporação representando com os artigos e objetos históricos desde a época de 1930, entre os objetos estão como capacete, uniformes, fotografias, ferramentas, lanternas, telefones com fio, mangueiras etc.

Para colecionar esses artigos foi fruto de muito trabalho e preservação é o que relata o curador, o subtenente Luiz Delfino, do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe. Segundo ele, muitas das pessoas que faziam parte da corporação à época não entendiam a importância de preservar objetos que não mais faziam as necessidades da instituição.

Luiz ainda complementa: “Achavam que o que não prestava, tinha que jogar no lixo. Eu compreendia que esses objetos poderiam formar o museu do bombeiro e mostrar a história da corporação”.

O evento ainda contará com a participação da Banda de Música do CBMSE e o subregente da Banda de Música do CBMSE, tenente José Gentil, trará um repertório especial homenageando a capital sergipana.

Palestra “Um Roteiro de Aracaju”

Para abrilhantar o dia especial, o Memorial de Sergipe convidou o Profº Dr. José Anderson Nascimento, presidente da Academia Sergipana de Letras, para ministrar uma palestra sobre a fundação da cidade, sua evolução humana, a ocupação territorial e os impactos ambientais. Além disso, explanando sobre a expansão da cidade em todos os setores e o seu perfil turístico.

Rosa Faria: O Pincel do Tempo

Ainda na temática sobre Aracaju e a sua história, o Memorial de Sergipe, instituição museal mantido pelo Instituto de Pesquisa e Tecnologia (ITP) e a Universidade Tiradentes (Unit), tem em seu espaço obras do acervo da artista Rosa Moreira Faria, conhecida pela sua coleção que desenha imagens de Aracaju, municípios sergipanos e personalidades da terra feitos à mão em azulejos, em porcelanas, em pratos etc.

Público limitado a 120 pessoas.