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A imagem mostra um aluno do sexo masculino vendo quadros pendurados na parede

Memorial de Sergipe: Uma jornada educativa através da história

Para muitos estudantes, a visita ao Memorial de Sergipe é mais do que uma simples excursão – é uma oportunidade educativa única de mergulhar nas raízes culturais e históricas de seu próprio estado. Ao percorrer os corredores e salas repletos de artefatos e exposições, os alunos são incentivados a refletir sobre a história de Sergipe e a compreender como ela influenciou a formação da sociedade atual.

Na busca incessante por uma educação que transcenda os limites da sala de aula, o Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa emerge como um recurso valioso para escolas públicas e particulares do estado. Este espaço cultural oferece uma imersão profunda na história e na cultura local, proporcionando às crianças e adolescentes uma experiência educacional enriquecedora e transformadora.

Desde a sua inauguração, o Memorial de Sergipe tem desempenhado um papel fundamental na preservação e divulgação da identidade sergipana. Ao abrir suas portas para estudantes de todas as idades, o memorial se tornou um ponto de encontro entre o passado e o presente, conectando as gerações através do conhecimento e da reflexão.

Um aprendizado em cada sala

Cada sala do Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa é cuidadosamente projetada para contar uma história única, proporcionando aos visitantes uma experiência imersiva, educativa e envolvente.

Desde a sala dedicada aos povos indígenas que habitavam a região até os espaços dedicados à exposição de personalidades e pensadores sergipanos, o memorial oferece uma jornada através do tempo, permitindo que os estudantes se conectem com os eventos e personagens que moldaram a história de Sergipe.

A contribuição para o futuro da educação em Sergipe

O legado do Professor Jouberto Uchôa é vividamente evidente em cada canto do Memorial, onde sua visão educacional ganha vida. Como um educador dedicado e apaixonado pela história e cultura de Sergipe, o Professor Uchôa dedicou sua vida ao enriquecimento educacional da comunidade.

Ao fundar o Memorial, ele aspirava a proporcionar às futuras gerações um espaço onde pudessem mergulhar profundamente na riqueza do passado de Sergipe.

Cada sala do memorial é uma expressão tangível desse compromisso, projetada para oferecer aos visitantes uma experiência educativa que vai além das páginas dos livros didáticos, transmitindo a importância de compreender e valorizar as raízes culturais e históricas do estado.

O impacto de uma experiência educativa e duradoura no Memorial de Sergipe

Além de oferecer visitas guiadas e atividades educativas, o Memorial de Sergipe busca criar conexões eternas, o objetivo é que os pequenos visitantes lembrem-se sempre da importância de conhecer e preservar sua história e cultura. Através de experiências sensoriais e interativas, o espaço procura não apenas transmitir conhecimento, mas também despertar um senso de identidade e pertencimento nas crianças e adolescentes que o visitam.

Com o desejo de criar conexões eternas, o memorial visa deixar uma marca indelével na memória de seus visitantes, inspirando-os a valorizar e celebrar as riquezas culturais e históricas de Sergipe ao longo de suas vidas.

Assim, o contato com o Memorial vai além do enriquecimento acadêmico – ele também desempenha um papel fundamental na formação de cidadãos conscientes e engajados.

À medida que avançamos para o futuro, é crucial reconhecer o papel vital que o Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa desempenha na educação das futuras gerações. Investir na preservação e promoção do patrimônio cultural do estado não apenas enriquece a experiência educacional dos alunos, mas também fortalece o senso de pertencimento e identidade da comunidade como um todo.

Em um mundo cada vez mais conectado e globalizado, é fundamental preservar e valorizar o conhecimento como um patrimônio precioso. O Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa se destaca como um exemplo inspirador de como o contato com a história e a cultura local pode enriquecer a educação das crianças e adolescentes, capacitando-os a se tornarem cidadãos conscientes e comprometidos com o seu legado histórico. Ao investir no futuro do Memorial de Sergipe, investimos também no futuro de Sergipe e de suas próximas gerações.

Aracaju 169 anos: Memorial de Sergipe promove exposição sobre a história da cidade

A capital sergipana, Aracaju, completa 169 anos de história e para celebrar essa data marcante, o Memorial de Sergipe, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE), inaugura, neste domingo, 17, uma exposição que destaca os 104 anos da corporação com artigos históricos. Além disso, haverá uma apresentação da Banda de Música do CBMSE e a palestra sobre a história da cidade ministrada pelo Dr. José Anderson Nascimento, presidente da Academia Sergipana de Letras.

Para a gestora do Memorial de Sergipe, Sayonara Viana, ela compreende que um dos motivos de promover esse ato tem como objetivo de preservar a memória e a história de Aracaju, como também o importante o conhecimento dos processos de urbanização e o desenvolvimento da cidade.

Exposição “Soldados da Vida: uma longa história”

A exposição abordará os 104 anos da corporação representando com os artigos e objetos históricos desde a época de 1930, entre os objetos estão como capacete, uniformes, fotografias, ferramentas, lanternas, telefones com fio, mangueiras etc.

Para colecionar esses artigos foi fruto de muito trabalho e preservação é o que relata o curador, o subtenente Luiz Delfino, do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe. Segundo ele, muitas das pessoas que faziam parte da corporação à época não entendiam a importância de preservar objetos que não mais faziam as necessidades da instituição.

Luiz ainda complementa: “Achavam que o que não prestava, tinha que jogar no lixo. Eu compreendia que esses objetos poderiam formar o museu do bombeiro e mostrar a história da corporação”.

O evento ainda contará com a participação da Banda de Música do CBMSE e o subregente da Banda de Música do CBMSE, tenente José Gentil, trará um repertório especial homenageando a capital sergipana.

Palestra “Um Roteiro de Aracaju”

Para abrilhantar o dia especial, o Memorial de Sergipe convidou o Profº Dr. José Anderson Nascimento, presidente da Academia Sergipana de Letras, para ministrar uma palestra sobre a fundação da cidade, sua evolução humana, a ocupação territorial e os impactos ambientais. Além disso, explanando sobre a expansão da cidade em todos os setores e o seu perfil turístico.

Rosa Faria: O Pincel do Tempo

Ainda na temática sobre Aracaju e a sua história, o Memorial de Sergipe, instituição museal mantido pelo Instituto de Pesquisa e Tecnologia (ITP) e a Universidade Tiradentes (Unit), tem em seu espaço obras do acervo da artista Rosa Moreira Faria, conhecida pela sua coleção que desenha imagens de Aracaju, municípios sergipanos e personalidades da terra feitos à mão em azulejos, em porcelanas, em pratos etc.

Público limitado a 120 pessoas.

Memorial de Sergipe realiza sessão de autógrafos do livro CLIO DIGITAL 02

Memorial de Sergipe realiza sessão de autógrafos do livro CLIO DIGITAL 02

A sessão de autógrafos com os autores do livro será realizada nesta quinta-feira, 28, às 15h30. 

O Memorial de Sergipe Prof Jouberto Uchôa realiza nesta quinta-feira, 28, uma sessão de autógrafos para o lançamento do livro CLIO DIGITAL 02: Memórias e Histórias de Sergipe (200 anos da independência). Século XIX aos dias atuais. 

A obra é uma homenagem ao professor Paulino da Silva, do Departamento de Filosofia e História, da Universidade Federal de Sergipe (UFS), que faleceu aos 80 anos, por Covid-19. Ele exerceu a função de professor do magistério superior até 1995, quando se aposentou. 

Organizado pelo historiador e professor titular do departamento de História da UFS, Antônio Lindvaldo Sousa, o livro CLIO DIGITAL 02 é fruto do evento virtual realizado durante a pandemia, denominado Clio Digital. A segunda edição reúne 20 textos sobre memórias e histórias de Sergipe. 

Escrito pelos historiadores e pesquisadores: Antônio Lindvaldo, Edna Maria Matos Antonio, Fernando Afonso Ferreira Junior, Carlos Oliveira Malaquias, Tatiane O. Cunha, Suelayne O. Andrade, Péricles M. Andrade Junior, Márcio Gomes, Terezinha Oliva, Renaldo Ribeiro Rocha, Joceneide Cunha Santos, Maria José Lima dos Santos, Wagner Emmanoel Menezes Santos, Luiz Antonio Pinto Cruz, Ermerson Porto, Jose Adeilson dos Santos, Sayonara Rodrigues Viana, Josefa Eliana Souza, Josineide Luciano A. Santos, Rubens Alonso Filho e Marilza de Oliveira, o livro contempla textos que foram produzidos a partir de temas discutidos em lives na redes sociais.

De acordo com Antônio, a maioria dos textos envereda numa nova abordagem histórica que não se restringe aos acometimentos extraordinários e nem na construção idílica de um personagem heroico do passado sergipano. “A narrativa aborda o cotidiano, experiências humanas, sujeitos, conflitos, confrontos, memórias, pertencimentos, sociabilidades e identidades, são algumas das categorias mais usadas nesses 20  textos”, destaca. 

Ele ressalta que na obra, as autoras e autores buscam contar narrativas onde seus personagens, pouco conhecidos ou completamente ignorados pela história, traz à luz a compreensão do século XIX ao XX.  

“Eles renovam a história de Sergipe com textos elaborados a partir de um exaustivo levantamento de dados, críticas à documentação pesquisada e  revisões das versões historiográficas oficiais. A historiadora  Edna Maria Matos Antonio, por exemplo, aborda a perseguição aos portugueses no tempo da independência de Sergipe, a partir de dois personagens. A pesquisadora Tatiane O. Cunha, enxerga conflitos e confrontos de protestantes e católicos valendo-se do estudo sobre o personagem Davi e sua família. Joceneide Cunha, num texto nessa mesma perspectiva, estuda a negra Rosa Benedita, revelando ao leitor a história de uma personagem mulher quitandeira, no século XIX, em Santo Amaro das Brotas”, destaca. 

A diversidade dos temas é outro ponto de destaque nesse livro. “Clio, deusa da história, abre espaço para diversas abordagens ligadas à história  social, cultural, econômica e política. Cada autor envereda em campos de estudos diferenciados, oferecendo textos inquietantes, provocadores e instigadores. O leitor comum é contemplado neste livro. Todos os textos têm uma linguagem simples, facilitando uma agradável leitura do nosso passado sergipano”, afirma.

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Memorial de Sergipe

Memorial de Sergipe possui mais de 30 mil peças que contam a história do estado

A partir do dia 17 de novembro, os visitantes poderão desfrutar do espaço museológico que reúne que conta a história, arte e cultura de Sergipe 

O Memorial de Sergipe está prestes a viver um momento histórico em sua trajetória. Após um período de reforma e revitalização, a equipe de colaboradores do memorial está se empenhando em cursos e capacitações para oferecer aos visitantes uma experiência única e enriquecedora na reinauguração do espaço museológico a partir do dia 17 de novembro.

Idealizado pelo professor Jouberto Uchôa de Mendonça em 20 de janeiro de 1998, e posteriormente inaugurado em 17 de março do mesmo, o Memorial completa em 2023, 25 anos de sua abertura ao público. Desde então, sua presença no calendário cultural se consolidou e agora passa a ser localizado na orla sergipana, sendo um ponto de referência fundamental para a preservação e difusão da rica história, cultura e identidade do estado. 

O espaço que já era um tesouro cultural, reúne obras que são fruto de doações, pesquisa e acervo pessoal do professor Uchôa e de grandes personalidades, passou por uma revitalização  visando proporcionar uma experiência ainda mais envolvente e educativa aos visitantes, é o que explica a diretora do Memorial de Sergipe, Sayonara Viana. 

“Estamos comprometidos em proporcionar uma experiência enriquecedora e significativa aos nossos visitantes. Através de cursos capacitantes e reuniões de planejamento, nossa equipe está adquirindo conhecimentos valiosos abrangendo áreas como história de Sergipe, preservação de patrimônio cultural, museologia, curadoria de exposições e técnicas de mediação cultural que serão fundamentais para tornar o Memorial de Sergipe um destino cultural ainda mais relevante e atrativo”, destaca.

A iconografia conta com diversos acervos particulares de ilustres sergipanos, que registraram a evolução urbanística da capital e do interior, como as pinturas em pratos de porcelana e azulejo de Rosa Faria, uma arte considerada única no mundo. O Memorial também abriga acervos de Constâncio Vieira, Lourival Baptista, Joaquim Sabino Ribeiro Chaves, Francisco Rollemberg Leite, Tobias Barreto, entre outras personalidades.

Para garantir que o espaço museológico seja um sucesso e que o público possa explorar todas as novas atrações e exposições com o máximo de proveito, a equipe de colaboradores do Memorial tem se dedicado a aprimorar suas habilidades e conhecimentos. 

“Os colaboradores têm participado ativamente das capacitações, demonstrando grande entusiasmo e dedicação para garantir que a reinauguração seja um evento memorável. Eles também estão envolvidos na preparação de novas exposições e na criação de programas educativos inovadores que enriquecerão a experiência dos visitantes de todas as idades. Além disso, a equipe está trabalhando em colaboração com historiadores, artistas locais e outros especialistas para enriquecer o conteúdo e a narrativa do Memorial de Sergipe”, salienta Sayonara. 

De acordo com o historiador Wanderlei Menezes, a parceria entre profissionais experientes e a equipe do memorial promete resultar em exposições e atividades que refletem de forma autêntica a história e a cultura do estado. Ele destaca que as aulas e capacitações são ferramentas fundamentais porque a qualidade da atuação dos monitores diz muito sobre a instituição. 

“É preciso que toda a equipe tenha sensibilidade para saber qual a abordagem para cada público, como repassar informações claras, objetivas e seguras. E para isso, é preciso estudar muito e estar ciente que ainda assim será pouco. Estimulamos eles a serem criativos, sintéticos e humildes, acreditamos que essas são qualidades importantes para o atendimento ao público”, declara.

O arqueólogo doutor João Mouzart, destaca que a arqueologia teve grande papel na construção do que será apresentado no Memorial. “Por ser um campo científico que estuda as culturas e os modos de vida das diferentes sociedades humanas, tanto do passado como do presente, a partir da análise da cultura material que resiste ao tempo, a arqueologia teve o seu papel na organização estrutural do Memorial e também na preservação da história”, destaca.

Durante o tempo que esteve desativado, as obras do Memorial foram preservadas até a mudança para a nova sede. “O espaço mudará a concepção do Memorial, que terá um objetivo um pouco mais diferenciado, mas não podemos esquecer dos temas que sempre fizeram parte do acervo, como religiosidade, 2ª Guerra Mundial, meios de comunicação, cultura popular, explorando desde fósseis marinhos a aparelhos telefônicos do início do Século 20, passando pela formação de Sergipe, cultura popular, cangaço, entre outros. O objetivo da instituição é preservar e divulgar elementos socioculturais, bem como atender às comunidades civil e científica em pesquisa, educação e cultura”, pontua.

O Memorial de Sergipe fica localizado no prédio da antiga Galeria de Arte Ana Maria Alves, na Praça de Eventos da Orla de Atalaia, nº 100, atrás da Delegacia de Turismo. Mais informações pelo contato: (79) 98108-1866.

Memorial de Sergipe tem nova data de inauguração para o público

A partir do dia 17 de novembro, o Memorial de Sergipe estará aberto para receber a visitação do grande público.

O Memorial de Sergipe informa que a inauguração da nova sede do espaço museológico para o grande público tem nova data. A partir do dia 17 de novembro, os visitantes terão a oportunidade de imergir na cultura, arte, história e política do estado.

O Memorial abriga mais de 30 mil peças, em seu acervo bibliográfico, iconográfico e museológico que vão desde fósseis até documentos, fotos históricas, salas temáticas que apresentam coleções particulares de vultos, de artistas renomados como Rosa Faria, Constâncio Vieira, Lourival Baptista, Sabino Ribeiro, Francisco Rollemberg Leite, Tobias Barreto, entre outras personalidades.

A nova data foi definida para melhor recepcionar os visitantes entusiasmados em conhecer o espaço que é uma importante fonte de informação sobre o Estado. 

O Memorial de Sergipe fica localizado no prédio da antiga Galeria de Arte Ana Maria Alves, na Praça de Eventos da Orla de Atalaia, nº 100, atrás da Delegacia de Turismo. 

Mais informações pelo contato: (79) 98108-1866.

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