Exposição de Luiza Félix transforma memórias e paisagens em arte no Memorial de Sergipe
O Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa inaugura nesta terça-feira, 27 de outubro, às 19h, a exposição “Paisagens Dilatadas que me Habitam”, da artista visual sergipana Luiza Félix. A mostra propõe um encontro entre memória, paisagem e imaginação, convidando o público a refletir sobre como lugares, experiências e afetos permanecem vivos e ganham novos sentidos ao longo do tempo. A visitação para a abertura é gratuita e sem necessidade de retirada de ingresso.
Partindo das lembranças e vivências pessoais da artista para construir composições visuais que transitam entre o real e o imaginário, nas obras, paisagens não se limitam à representação de espaços físicos: elas também se relacionam com experiências subjetivas, recordações e sentimentos que se transformam com o passar dos anos.
Entre os elementos presentes na pesquisa visual de Luiza Félix estão os cajus, que aparecem como símbolos afetivos e ajudam a estabelecer conexões com referências pessoais e culturais. A partir desses elementos, a artista desenvolve uma produção que aproxima memória e fantasia, ampliando as possibilidades de interpretação das paisagens que fazem parte de sua trajetória.
A abertura da exposição também representa uma oportunidade para o público conhecer de perto o trabalho da artista e compreender os caminhos que orientam sua produção. A proposta é estimular diferentes leituras sobre a relação entre as experiências individuais e a maneira como cada pessoa percebe, recorda e recria os lugares que a habitam.
A exposição “Paisagens Dilatadas que me Habitam” poderá ser visitada no Memorial de Sergipe Prof. Jouberto Uchôa, na Avenida Santos Dumont, nº 100, na Orla de Atalaia, em Aracaju.








